A 14.ª Reunião Anual da APIC realiza-se entre os dias 9 e 11 de novembro, em Peniche. “Acute pulmonary embolism: the percutaneous approach” é um dos cursos que integrará a Reunião. João Brito, responsável pelo curso, enumera os temas atuais e práticos que serão abordados. Garante, assim, que será fomentada interação entre especialistas para discussão sobre o tratamento percutâneo da embolia pulmonar.
Aquando da escolha do programa científico do curso “Acute pulmonary embolism: the percutaneous approach”, quais os critérios tidos em conta?
João Brito (JB) – Foram escolhidos temas atuais, que refletem os avanços mais recentes nesta área, mas acima de tudo com uma forte componente prática, para promover uma maior interação com a audiência e gerar uma maior discussão.
Qual o principal público-alvo do curso e porquê?
JB – Um dos aspetos mais interessantes do tromboembolismo pulmonar é a sua multidisciplinaridade, promovendo a interceção de diversas especialidades médicas. Nesse sentido, este curso é muito eclético, dirigindo-se a internos de cardiologia, cardiologistas clínicos, cardiologistas de intervenção que tenham interesse em iniciar ou desenvolver estas técnicas, bem como internistas e intensivistas que lidam regularmente com esta patologia.
Quais considera serem as principais aprendizagens neste curso e qual a sua relevância na prática clínica?
JB – Fundamentalmente perceber as indicações para o tratamento percutâneo da embolia pulmonar, conhecer as diferentes técnicas atualmente disponíveis e quais as principais necessidades e questões que deverão ser respondidas no futuro para garantir o desenvolvimento desta área.
Que mensagem gostaria de deixar aos participantes?
JB – O principal objetivo deste curso é alargar o conhecimento e promover a discussão em torno de uma estratégia terapêutica inovadora para uma patologia prevalente e com elevada morbilidade e mortalidade. Esperamos que a interação com especialistas nacionais e internacionais com vasta experiência nesta área aumente o entusiasmo dos participantes por este tema, permitindo o crescimento das redes de referenciação e o desenvolvimento de novas equipas de resposta à embolia pulmonar, aumentando assim o acesso da população a técnicas de tratamento avançadas.


