Inês Rodrigues, membro da comissão organizadora, destaca os objetivos principais do Curso Pré-Congresso “Como potenciar o sucesso de um procedimento de TAVI. Do acesso ao encerramento”, que se irá realizar na 13.ª Reunião VaP-APIC. Além disso, revela que têm existido vários avanços “nas técnicas adjuvantes de angioplastia periférica, que têm permitido tratar doentes com doença arterial periférica com calcificação severa via acesso transfemoral”.
Qual a importância e a pertinência de realizar um curso subordinado ao tema “Como potenciar o sucesso de um procedimento de TAVI. Do acesso ao encerramento”?
Inês Rodrigues (IR) – O acesso transfemoral é a abordagem preferencial para a implantação de TAVI. Para minimizarmos a ocorrência de complicações vasculares de forma a melhorar os outcomes do procedimento, é fundamental uma avaliação rigorosa do acesso pré-procedimento e uma correta técnica de punção e de encerramento, aspetos que serão abordados.
Quais os principais objetivos, avanços e desafios a focar?
IR – O curso visa fazer uma abordagem teórica e com modelos hands on dos acessos vasculares e dispositivos de encerramento, com especial ênfase na punção eco-guiada e na utilização de dispositivos de encerramento por sutura.
Quais as expectativas para este curso?
IR – As nossas expectativas passam por haver uma partilha de experiências, tips and tricks, e uso de modelos de forma que os formandos adquiram um maior conhecimento nesta área.
Têm-se verificado muitos avanços nesta área. Quais destaca?
IR – Gostaria de destacar os avanços recentes nas técnicas adjuvantes de angioplastia periférica, que têm permitido tratar doentes com doença arterial periférica com calcificação severa via acesso transfemoral. Destas destaco a aterectomia orbital, que iremos também focar no curso.
A quem se destina este curso e por que razão não o devem perder?
IR – O público-alvo são cardiologistas de intervenção, fellows e médicos internos que queiram aprofundar conhecimento nesta área, por forma a melhorar a abordagem do acesso percutâneo para as intervenções estruturais.


